Atendimento na Zona Sul de São Paulo • Segunda a sexta, 9h às 18h • Sábado, 8h às 12h

tDCS · Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua

Neuromodulação não invasiva no cuidado infantil

Um recurso complementar, individualizado e acompanhado — sempre a partir de uma avaliação médica cuidadosa.

Déborah Patrão Luiz Miranda · MÉDICA · CRM-SP 254260

Formação em tDCS MultidisciplinarNeurowork Brasil · 60 horas · 25 horas de prática supervisionada

O tratamento começa conhecendo a criança — e também sua família.

A primeira consulta presencial é o encontro que direciona todo o cuidado.

Compreender a história clínica e a rotina

Ouvir objetivos, dúvidas e expectativas da família

Avaliar segurança, elegibilidade e terapias em andamento

Definir alvos e parâmetros individualizados

A avaliação médica vem antes de qualquer protocolo.
Ilustração educativa da aplicação de tDCS com eletrodos posicionados externamente no couro cabeludo
Imagem ilustrativa. Não representa um equipamento comercial específico.

O que é neuromodulação não invasiva?

A neuromodulação não invasiva reúne técnicas que utilizam estímulos aplicados externamente, sem cirurgia ou implantes.

Nesta proposta, a técnica apresentada é a tDCS. Ela utiliza uma corrente elétrica de baixa intensidade, aplicada por eletrodos posicionados externamente no couro cabeludo.

sem cirurgiasem implantesem agulhas

A indicação depende de consulta, avaliação médica e critérios individuais de segurança.

O objetivo é apoiar a neuroplasticidade — não substituir terapias.

O cérebro aprende pela repetição, pela experiência e pela relação. Quando houver indicação médica, a tDCS pode ser associada ao plano terapêutico para apoiar esse processo.

tDCSprotocolo médico
Terapias que já fazem parte do cuidado

Fonoaudiologia · Terapia Ocupacional · Fisioterapia · Psicologia · Psicopedagogia · outras abordagens indicadas

A técnica é complementar. O plano terapêutico continua sendo construído pela equipe e pela família.

Outro recurso complementar não invasivo

Conheça também a Fotobiomodulação

Laser terapêutico de baixa intensidade, usado como recurso complementar para crianças, adolescentes e adultos.

Evidência promissora exige indicação cuidadosa.

Potencial terapêutico não é promessa de resultado. Cada criança responde de uma forma.

O que os estudos sugerem

Revisões em crianças com TEA descrevem sinais de benefício em parâmetros como comportamentos estereotipados, funções executivas, cognição social e linguagem.

O que ainda precisa ser respeitado

Os protocolos, as amostras e os resultados ainda são heterogêneos. Há estudos positivos e estudos sem melhora clínica significativa em determinados desfechos.

Fontes apresentadas no material: Fukuda et al. (2025); Fernandes, Dias & Santos (2017); Araujo et al. (2026).

Tem dúvidas sobre o que a evidência científica realmente mostra para o caso do seu filho ou filha?

Conversar com a equipe

Cada protocolo nasce de uma avaliação individual.

Não existe uma configuração única para todas as crianças. Explore os quatro pontos considerados nessa decisão.

avaliar antes de estimular

História clínica

Diagnósticos, medicamentos, sintomas, condições associadas e terapias em andamento.

A decisão é médica e compartilhada com a família.

Quer entender qual seria o protocolo indicado para a sua criança?

Agendar avaliação médica

Uma jornada feita de presença, orientação e acompanhamento.

O protocolo pode ser ajustado conforme a avaliação e a evolução clínica.

  1. 01

    Consulta presencial

    Conhecer a criança e também sua família.

  2. 02

    Avaliação médica

    Analisar segurança, objetivos e terapias em andamento.

  3. 03

    Protocolo

    Definir alvos, parâmetros e rotina de forma individualizada.

  4. 04

    Orientação

    Demonstrar os cuidados e treinar o responsável quando necessário.

  5. 05

    Acompanhamento

    Registrar as sessões e manter contato ao longo do processo.

  6. 06

    Reavaliação

    Decidir em conjunto sobre continuidade ou ajustes.

Quando indicado, o cuidado pode continuar em casa.

O modelo domiciliar é uma possibilidade para famílias elegíveis — nunca uma aplicação livre ou sem acompanhamento.

1

Dispositivo programado

Sessões liberadas conforme a prescrição.

2

Responsável treinado

Posicionamento, preparo e rotina demonstrados presencialmente.

3

Registro de cada sessão

Diário de bordo ou dados disponibilizados pelo equipamento.

4

Acompanhamento semanal

Telemedicina e contato em caso de dúvida ou reação.

A oferta domiciliar depende do equipamento escolhido, de suas instruções de uso e da validação regulatória.

Perguntas que toda família deve fazer.

Se ainda houver dúvidas, elas fazem parte da consulta — e devem ser acolhidas.

A tDCS é invasiva?

Não. A técnica utiliza eletrodos externos, sem cirurgia ou implante.

Ela substitui as terapias?

Não. É considerada como um recurso complementar ao plano terapêutico já existente.

Qualquer criança pode fazer?

Não. A indicação depende de consulta, avaliação médica e critérios individuais de segurança.

Quanto tempo dura?

A frequência e a duração são definidas no protocolo e revistas ao longo do cuidado.

O primeiro passo éuma conversa presencial.

Agende a avaliação médica para esclarecer dúvidas e entender se a tDCS pode fazer sentido para sua criança.

Agendar avaliação médica
W